sábado, 12 de novembro de 2011

ÉS..., AMOR!

És meu poema,
suave e terno.
És minha flor,
perfumada e delicada.
És minha dor,
forte e profunda.
És meu auxílio
nas horas de solidão.
És minha porta
sempre aberta.
És meu ontem,
meu hoje,
meu amanhã...
És minha lâmpada
no escuro da noite.
És a aurora,
no meu amanhecer.
És o fim de minha procura:
amor!

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